sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Gênesis – Capítulo 2

  1. Assim os céus, a terra e todo seu exército foram acabados. (Tradução para a linguagem atual: Assim terminou a criação do céu, e da terra, e de tudo o que há neles.)
  2. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.
  3. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.

A formação do homem

  1. Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados, quando o SENHOR Deus os criou.
  2. Não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois ainda nenhuma erva do campo havia brotado; porque o SENHOR Deus não fizera chover sobre a terra, e também não havia homem para lavrar o solo. (Tradução para a linguagem atual: Não haviam brotado nem capim nem plantas, pois o SENHOR ainda não tinha mandado chuvas, e não havia ninguém para cultivar a terra.)
  3. Mas uma neblina subia da terra e regava toda a superfície do solo.
  4. Então, formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.
  5. E plantou o SENHOR Deus um um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado.
  6. E o SENHOR Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim,e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
  7. E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços.
  8. O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro.
  9. E o ouro dessa terra é bom; ali há o bdélio e a pedra sardônica. (Tradução para a linguagem atual: O ouro dessa região é puro, e ali há um perfume raro e pedras preciosas).
  10. E o nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cuxe.
  11. E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o quarto rio é o Eufrates.
  12. E tomou o SENHOR Deus o home, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.
  13. E ordenou o SENHOR Deus ao home, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente,
  14. mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás, porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.

Deus não precisava de um dia para descansar, mas ele deu o exemplo ao homem, que precisava separar um período para descansar de seu trabalho e dedicar à Deus. Ainda hoje, embora não guardamos o sábado, é necessário que tenhamos sempre um período separado para cuidarmos de nossa vida espiritual. O descanso de Deus não foi motivado pelo cansaço, mas sim pela alegria e satisfação com a obra concluída.

Os versículos 4, 5 e 6 são um resumo do capítulo 1. Temos uma breve explicação do ciclo hidrológico da terra antes do dilúvio.

Pela descrição bíblica, o jardim do Éden estava localizado na região mesopotâmica, conhecida pelos estudiosos como o berço da civilização, já que neste local se formaram as primeiras cidades. Os rios Tigres e Eufrates permanecem em seu curso até hoje, já os rios Pisom e Giom acreditamos que tenham sidos modificados durante o dilúvio.

Deus institui no versículo 15 o trabalho. Devemos fazer nosso trabalho para a glória de Deus, assim como valorizar sua dignidade. Antes da entrada do pecado o homem não precisava lutar contra ervas daninhas ou pragas, pois a natureza colaborava com ele.

O homem tinha tudo: sua comunhão com Deus que o fazia feliz, uma esposa, o melhor da terra para alimentar-se e o domínio de toda a terra. Deus deu tudo para ele, e ordenou que somente não comesse de uma árvore. Adão e Eva tinham um jardim inteiro! Deus queria provar a obediência dos dois a sua palavra. Deus de maneira alguma deixava algum alimento faltar a eles, portanto, não havia desculpas para o pecado. Da mesma maneira, hoje, a árvore do bem e do mal simboliza o dízimo. Deus é dono de toda a riqueza do mundo, é ele quem nos dá a saúde e a capacidade para exercer nossos trabalhos, e ele requer apenas uma parte do que recebemos como recompensa, para testar nossa obediência. Da mesma forma como Adão tinha tudo, os que têm devolvido o dízimo provam em suas vidas que Deus não deixará de maneira alguma faltar alguma coisa por conta da obediência à sua palavra.

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